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Mostrando postagens de Outubro, 2014

"Não tenho nada com isso nem vem falar/eu não consigo entender sua lógica"

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Ampliando aqui um pedido meu postado no FACE:

Peço, por gentileza, aos meus queridos facebooquianos, quer sejam amigos, quer sejam conhecidos, alunos, colegas, ou mesmo parentes e agregados: não me marquem em posts pseudo-positivos ou pseudo-revoltosos sobre o Nordeste e os nordestinos. Eu não compactuo com essas raivinhas criadas no calor da hora e sei perfeitamente a quem elas estão promovendo. Não percam seus preciosos tempos com essa baiana-nordestina aqui. Tenho memória suficiente das eleições presidenciais, a partir de 1989, quando comecei a votar, e sei perfeitamente dessas armadilhazinhas criadas tanto por quem vence como por quem perde. Ora são os paulistas que afundam o Brasil, ora são as elites, ora são os pobres, e quem mais servir de algoz à vítima do momento. É óbvio que todos nós, de alguma forma, sabíamos que o PT iria ganhar essa eleição, porém, é facultado aos cidadãos livres dizerem "sim" ou "não" às probabilidades. E eu disse, digo e direi NÃO …

E aquela boa e velha mão na cara?

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1. Existir é realmente uma tarefa árdua, por vezes ingrata. Não é à toa que Clarice Lispector (me refiro à escritora brasileira que nasceu na Ucrânia, não à Clarice do Facebook) escreveu: "nascer me estragou a saúde para sempre". É verdade. Nada mais nocivo à saúde, quer do corpo, quer da mente - que de resto estão hiperligados; nós, esquizos, é que os separamos - do que essa estranha ódio-amorosa vida que teimamos em viver.

2. Quero que você saiba, meu caro, minha cara, que estamos juntos nesse barco. Não é muito, mas, pense, pense, estar acompanhado(a) já é alguma coisa, não? Claro que sim. Seja forte, criatura!, resista mais um pouco, resistir é do humano, lembra?

3. Você que a cada minuto respira fortemente, pra dentro/pra fora. Respira, respira, rói as unhas, torce cacho, se faz de distraído(a), surdo(a), alheio(a), solta os ombros, pensa/repensa, e dá um tempo, em vez de pôr em prática a grande e genuína vontade de meter a mão na cara do(a) próximo(a), porque sim, es…