Uma coisa bonita de se ver é o olho do nada, às 4:00 da manhã.
Em geral, ele aponta que é véspera de tudo e de coisa alguma.
Por vezes, trata-se tão somente de estar centrado no jogo perverso das imagens: a escassez do olho do nada, com sua brancura violeta, nos trazendo em cheio para o chamado "qualquer coisa da vida".
É possível mesmo renascer ou trata-se apenas de uma frágil brincadeira entre as cores do novo dia e a velha vontade tão humana de "acontecer"?

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