Naquele tempo, eu não sentiria jamais teu peso,
ou melhor dizendo: a tua perda abrupta de asas.
Eras pequeno e desamontoado em mim.
Era cedo.
Estávamos longe.
Arquivo de faltas ponto com ponto br.

Um pouco por carência (20 anos apenas, você se lembra?), um pouco por ignorância,
passamos tantas vezes em silêncio,
um pelo outro.
Posso estar tendo muita sorte ou muito azar ao te receber agora.
Depende.
Já diria aquela lenda: só o tempo nos irá dizer.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Entrevista com o poeta João Filho

Série: a difícil-incrível arte de viver - parte III

Série: a difícil-incrível arte de viver - parte II